Pé na estrada para mais um dia de viver, de vida. Era comemoração, inclusive, da vida, literalmente; aniversário de 35 anos de uma querida amiga. Lá fomos, eu e mais tantas pessoas, inclusive as muitas Alines que moram em mim.
Papo vai, papo vem e as inquietudes de ser o ser humano começam, assim como nossos achismos e teorias. Impressionante como temos resposta para tudo... quando para a vida dos outros. Definitivamente eu entendo as preocupações e os alertas mas ainda acho muito mais saudável o lema "viva e deixe viver"; nada como nossa vida e o que (e como) fazemos com ela.
No auge dos meus 26, que de tanto cismar em dizer 27 me confundo com a minha própria idade, creio ter aprendido uma coisa importante: é preciso entender os limites do outro. Sem anular, lógico, o que esperamos, queremos e principalmente, sabemos que merecemos, mas definitivamente é muito mais fácil viver e conviver quando entendemos os limites alheios.
Limites de saber, limites de demonstrações, limites de limitar.
Não é por isso que acho (e mto menos faço isso) que devemos nos contentar com o que vem, mesmo se vier migalhas mas definitivamente, é preciso se disponibilizar a entender o outro, a dar tempo, a esperar... isso é... se valer a pena.
O que o outro vai fazer (ou deixar de) passou a ser menos importante do o que eu faço (ou deixo de). Se tudo é só uma desculpa, uma válvula de escape, se vai (ou não) mudar... de repente parece que tudo ganhou aos olhos alheios uma proporção enorme e pra mim, apesar da intensidade gigantesca, uma proporção mínima.
Q alívio!
Papo vai, papo vem e as inquietudes de ser o ser humano começam, assim como nossos achismos e teorias. Impressionante como temos resposta para tudo... quando para a vida dos outros. Definitivamente eu entendo as preocupações e os alertas mas ainda acho muito mais saudável o lema "viva e deixe viver"; nada como nossa vida e o que (e como) fazemos com ela.
No auge dos meus 26, que de tanto cismar em dizer 27 me confundo com a minha própria idade, creio ter aprendido uma coisa importante: é preciso entender os limites do outro. Sem anular, lógico, o que esperamos, queremos e principalmente, sabemos que merecemos, mas definitivamente é muito mais fácil viver e conviver quando entendemos os limites alheios.
Limites de saber, limites de demonstrações, limites de limitar.
Não é por isso que acho (e mto menos faço isso) que devemos nos contentar com o que vem, mesmo se vier migalhas mas definitivamente, é preciso se disponibilizar a entender o outro, a dar tempo, a esperar... isso é... se valer a pena.
O que o outro vai fazer (ou deixar de) passou a ser menos importante do o que eu faço (ou deixo de). Se tudo é só uma desculpa, uma válvula de escape, se vai (ou não) mudar... de repente parece que tudo ganhou aos olhos alheios uma proporção enorme e pra mim, apesar da intensidade gigantesca, uma proporção mínima.
Q alívio!
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