Talvez eu não queira ser entendida mas sem dúvidas admirada, descoberta, reinventada.
Não quero ser rotulada, muito menos comparada; cada um de nós constrói uma história, com personagens diferentes, motivos e razões talvez semelhantes.
Quero só abrir um sorriso, me deliciar com as bobeiras que faço e ir vivendo; sendo eu, o que e como sou; podendo gargalhar e fazer feliz.
O futuro? Sei lá... A Deus pertence!
Não quero ser rotulada, muito menos comparada; cada um de nós constrói uma história, com personagens diferentes, motivos e razões talvez semelhantes.
Quero só abrir um sorriso, me deliciar com as bobeiras que faço e ir vivendo; sendo eu, o que e como sou; podendo gargalhar e fazer feliz.
O futuro? Sei lá... A Deus pertence!
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