"A gente planeja tanto a vida e de repente se pega surpreendido com o quanto não temos controle de nada".
A frase acima me fez pensar, relembrar meu estado de espírito ha alguns meses. Eu achando que estava por cima da carne seca. Crente, crente, que estava dominando minha jornada. Talvez eu tenha dominado tão bem que vim parar aqui...Vivendo dias que, no fundo, no fundo, eu adoro viver. Esses dias em que não controlo nem o meu próprio pensamento.
Tão "soberana"... Na cama, no poder do controle remoto, nos caminhos e na programação... Agora, cá estou eu, adorando dividir minha cama e entregar o controle remoto para outra pessoa. Às vezes me despeço querendo os dias que a despedida era mais fácil de volta. Sim, não parece, mas já me despedi e fui embora sem suspirar. Hoje isso é mais difícil; já me despeço querendo voltar ou... simplesmente... ficar. E chegaram os dias de mimimi, de nhein, nhein, nhein... de fechar os olhos e encontrar o sorriso dele, de tentar entender os olhares, de implorar, em silêncio, por algumas atitudes, de respirar e sentir o cheiro dele. Que bom... e... que ruim!
Por essas e por outras fico eu aqui me perguntando: CADÊ O CONTROLE?
A frase acima me fez pensar, relembrar meu estado de espírito ha alguns meses. Eu achando que estava por cima da carne seca. Crente, crente, que estava dominando minha jornada. Talvez eu tenha dominado tão bem que vim parar aqui...Vivendo dias que, no fundo, no fundo, eu adoro viver. Esses dias em que não controlo nem o meu próprio pensamento.
Tão "soberana"... Na cama, no poder do controle remoto, nos caminhos e na programação... Agora, cá estou eu, adorando dividir minha cama e entregar o controle remoto para outra pessoa. Às vezes me despeço querendo os dias que a despedida era mais fácil de volta. Sim, não parece, mas já me despedi e fui embora sem suspirar. Hoje isso é mais difícil; já me despeço querendo voltar ou... simplesmente... ficar. E chegaram os dias de mimimi, de nhein, nhein, nhein... de fechar os olhos e encontrar o sorriso dele, de tentar entender os olhares, de implorar, em silêncio, por algumas atitudes, de respirar e sentir o cheiro dele. Que bom... e... que ruim!
Por essas e por outras fico eu aqui me perguntando: CADÊ O CONTROLE?
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