Me pego cada vez mais (não sei qual a melhor palavra para usar) assustada (talvez) com o quanto de mim descubro em mim. Uma hora sou calma, serena, da paz; outra um turbilhão de sentimentos e emoções. Sou de bom dia e sou de boa noite; de doce e de salgado. A vida me fez não ser mais apenas uma. Sou amor mas posso ser só sexo.
Incrível como não posso mesmo cobrar de alguém que saiba como reagirei, porque no fundo, nem eu mesmo sei. Sou serra, campo, montanha, frio, sou praia, mar, verão, calor. Sou preguiça e agitação. Sou quem ama a saudade e quem sabe odiá-la. Sou indiferença e sou incapaz dela. Sou branco e preto, azul e vermelho.
Sou totalmente mulher, feminina mas sou meio homem também. Sou palavras doces e palavrões. Sou abraços e patadas. Sou Maria, Amélia e tenho momentos de dona, patroa. Eu sou presença constante, falo demais mas Deus sabe o quanto queria ser ausente, o quanto queria calar-me, me esconder de vez enquando... só pra ver se alguém (e quem) procura.
Sou ocidente e oriente, mar e terra, água e fogo, ar. Jóia e bijuteria. Tattoo e pele lisa. Viagem e volta pra casa. Chegadas e sei deixar partir como poucas. Sou agito e quietude, falatório e silêncio. A falta e o excesso. Extremos. Radical. Polícia, política, heroína e bandida. Sou agir e não fazer. Sou ser e ter. Querer e poder.
Eu! Não duvido que não seja a única a ser tantas, duvido é da intensidade de cada parcela e do quê as outras fazem com tais emoções e sentimentos. É a medida que faz toda a diferença.
Incrível como não posso mesmo cobrar de alguém que saiba como reagirei, porque no fundo, nem eu mesmo sei. Sou serra, campo, montanha, frio, sou praia, mar, verão, calor. Sou preguiça e agitação. Sou quem ama a saudade e quem sabe odiá-la. Sou indiferença e sou incapaz dela. Sou branco e preto, azul e vermelho.
Sou totalmente mulher, feminina mas sou meio homem também. Sou palavras doces e palavrões. Sou abraços e patadas. Sou Maria, Amélia e tenho momentos de dona, patroa. Eu sou presença constante, falo demais mas Deus sabe o quanto queria ser ausente, o quanto queria calar-me, me esconder de vez enquando... só pra ver se alguém (e quem) procura.
Sou ocidente e oriente, mar e terra, água e fogo, ar. Jóia e bijuteria. Tattoo e pele lisa. Viagem e volta pra casa. Chegadas e sei deixar partir como poucas. Sou agito e quietude, falatório e silêncio. A falta e o excesso. Extremos. Radical. Polícia, política, heroína e bandida. Sou agir e não fazer. Sou ser e ter. Querer e poder.
Eu! Não duvido que não seja a única a ser tantas, duvido é da intensidade de cada parcela e do quê as outras fazem com tais emoções e sentimentos. É a medida que faz toda a diferença.
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