Enquanto você se despede de mim, de nós, a vida se encarrega de fazer com que eu ria dessa despedida sem que você parta de verdade.
Enquanto tento, minutos em silêncio, outros minutos tentando te traduzir o que sinto, horas tentando parecer te ignorar e finalmente fazer de você apenas mais um cara qualquer e te esquecer, a vida cisma de dificultar e me deixar achando que devo ver magia até nessa hora em nós.
Posso encontrar mil pessoas no trânsito, e meus olhos acham você. Posso pegar carona com outras pessoas, mas pego com a que resolve fazer um caminho que você também resolveu fazer. Posso passar antes ou depois de você, mas passo junto.
É isso, a gente volta e meia se cruza na rua e você nem imagina. "Mil acasos me levam à você" nessa nossa história cheia de doces acasos amargos sem fim. Você não sente meu cheiro. Não olha nos meus olhos. A gente não se fala. Não se abraça. Fico ali, rindo por dentro, sozinha, dos acasos da vida.
Esses mesmos doces acasos volta e meia se transformam em amargos e se recriam doces, e azedam... Quem sabe eu me acostume. Quem sabe a vida se encarregue de parar com isso. Quem sabe isso acabe. Quem sabe seu adeus vire meu também, afinal, a essa altura quem mais deveria querer partir era eu.
Enquanto tento, minutos em silêncio, outros minutos tentando te traduzir o que sinto, horas tentando parecer te ignorar e finalmente fazer de você apenas mais um cara qualquer e te esquecer, a vida cisma de dificultar e me deixar achando que devo ver magia até nessa hora em nós.
Posso encontrar mil pessoas no trânsito, e meus olhos acham você. Posso pegar carona com outras pessoas, mas pego com a que resolve fazer um caminho que você também resolveu fazer. Posso passar antes ou depois de você, mas passo junto.
É isso, a gente volta e meia se cruza na rua e você nem imagina. "Mil acasos me levam à você" nessa nossa história cheia de doces acasos amargos sem fim. Você não sente meu cheiro. Não olha nos meus olhos. A gente não se fala. Não se abraça. Fico ali, rindo por dentro, sozinha, dos acasos da vida.
Esses mesmos doces acasos volta e meia se transformam em amargos e se recriam doces, e azedam... Quem sabe eu me acostume. Quem sabe a vida se encarregue de parar com isso. Quem sabe isso acabe. Quem sabe seu adeus vire meu também, afinal, a essa altura quem mais deveria querer partir era eu.
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