Não me venha com olhares que dizem mais que a boca. Quero apenas a boca. Isso. Assim. Vai. Pronto. Agora vai embora. Toma seu banho, sozinho mesmo e vai. Nada pessoal, só não é pra se tornar pessoal realmente.
Ando com insônia diante de cama dividida, dessa coisa que eu tenho de quando cismo de gostar de alguém, se o peso da minha cabeça está adormecendo o ombro alheio e se no dia seguinte ele vai acordar com dor e ó, meu Deus, quanto drama, coitadinho!
Vai, meu filho, mete logo o pé. A ideia é essa e só essa. É isso e só isso. Não espere muito mais de mim. Não vou olhar pra você com olhos de amor, não vou ser doce, não vou te apelidar, nem dormir de conchinha.
Não quero dividir contas, compartilhar alegrias, medos ou o que seja, não quero dividir nada, muito menos segredos. Que seja assim. Você me busca, entro no seu carro. Assim você não entra na minha vida pra fazer estrago nenhum. Não quero saber quem são seus amigos, muito menos querer me dar bem com as namoradas deles. É isso e só. Ficamos combinados assim. Assina aqui, por favor, pra depois não estragarmos tudo.
Não quero que você conheça a minha família. Eles te perturbarão com mil perguntas que tenho certeza que não está disposto a respondê-las. Então, vamos, pegue tuas coisas e cada um para suas casas, por favor.
A gente qualquer dia desses se liga e marca um sexo, assim, desses sem o menor compromisso e sem qualquer cerimônia. Proibido cineminha, teatrinho, passeiozinho em shoppingzinho. Não quero andar de mãos dadas. Não quero imaginar ter um relacionamento que não tenho.
Pra quê? Se o que restará para mim é um coração machucado e tuas camisas em meu armário. Não quero e pronto! Assim como não me dão direito de perguntar tanta coisa, não me venha você querer mudar as respostas.
Não quero ter que lidar com desconfianças certeiras, ciúmes que me fazem me sentir uma idiota, injusta e contraditória, medos. E você é bem desse tipo de gente que tem escrito na testa que não se sabe por que entra na relação e eu cismo de escolher pra entrar comigo. Não quero ficar idiota. Música pra lembrar de te esquecer. Música pra lembrar você. Música pra lembrar nós. Não quero mais tentar entender nada, nem ninguém.
Vai. É isso e só. Quero poder andar sozinha, como é o que de fato sou. Sem a ilusão de ter alguém do lado só por achar que tenho. Não quero mais sentir saudade do que sequer tive chance de viver. Não quero te permitir mudar meus planos de não me mostrar pra mais ninguém.
Vai, menino. Relaxa. A transa foi ótima mas é isso e só. Não quero cafés da manhã. Se é pra ser vazio, que assim seja de verdade. Que não me iluda, que não me faça de trouxa. Vai. Você não vai dirigir meu carro e eu não vou querer que coloque sua mão na minha coxa enquanto isso, muito menos farei carinho na sua nuca.
Não quero pensar em você, entendeu? Então, vai. Não vou te apresentar minhas amigas e nem vamos fazer programas dominicais onde incluiremos os meus e os teus, que com o tempo se tornarão nossos... Vai porque não estou pedindo companhia, não estou pedindo amizade, sorrisos, muito menos amor. Vai porque o que nossos olhares combinaram foi apenas olhares, silêncio interrompido por meia dúzia de sacanagens ditas ao pé do ouvido e só.
Não quero querer cuidar de você quando estiver doente ou mesmo quando não estiver e também não quero que, pra uma vez ou outra ter quem te receba de braços abertos e boca fechada, cuide de mim. Nada de fotos abraçados. Aliás, nada de fotos de jeito nenhum. Não seremos amigos. Não quero saber que música você tá ouvindo, o que tá fazendo, o que tá pensando, o quem tá te curtindo.
Vai porque, aqui, é isso e só.
Ando com insônia diante de cama dividida, dessa coisa que eu tenho de quando cismo de gostar de alguém, se o peso da minha cabeça está adormecendo o ombro alheio e se no dia seguinte ele vai acordar com dor e ó, meu Deus, quanto drama, coitadinho!
Vai, meu filho, mete logo o pé. A ideia é essa e só essa. É isso e só isso. Não espere muito mais de mim. Não vou olhar pra você com olhos de amor, não vou ser doce, não vou te apelidar, nem dormir de conchinha.
Não quero dividir contas, compartilhar alegrias, medos ou o que seja, não quero dividir nada, muito menos segredos. Que seja assim. Você me busca, entro no seu carro. Assim você não entra na minha vida pra fazer estrago nenhum. Não quero saber quem são seus amigos, muito menos querer me dar bem com as namoradas deles. É isso e só. Ficamos combinados assim. Assina aqui, por favor, pra depois não estragarmos tudo.
Não quero que você conheça a minha família. Eles te perturbarão com mil perguntas que tenho certeza que não está disposto a respondê-las. Então, vamos, pegue tuas coisas e cada um para suas casas, por favor.
A gente qualquer dia desses se liga e marca um sexo, assim, desses sem o menor compromisso e sem qualquer cerimônia. Proibido cineminha, teatrinho, passeiozinho em shoppingzinho. Não quero andar de mãos dadas. Não quero imaginar ter um relacionamento que não tenho.
Pra quê? Se o que restará para mim é um coração machucado e tuas camisas em meu armário. Não quero e pronto! Assim como não me dão direito de perguntar tanta coisa, não me venha você querer mudar as respostas.
Não quero ter que lidar com desconfianças certeiras, ciúmes que me fazem me sentir uma idiota, injusta e contraditória, medos. E você é bem desse tipo de gente que tem escrito na testa que não se sabe por que entra na relação e eu cismo de escolher pra entrar comigo. Não quero ficar idiota. Música pra lembrar de te esquecer. Música pra lembrar você. Música pra lembrar nós. Não quero mais tentar entender nada, nem ninguém.
Vai. É isso e só. Quero poder andar sozinha, como é o que de fato sou. Sem a ilusão de ter alguém do lado só por achar que tenho. Não quero mais sentir saudade do que sequer tive chance de viver. Não quero te permitir mudar meus planos de não me mostrar pra mais ninguém.
Vai, menino. Relaxa. A transa foi ótima mas é isso e só. Não quero cafés da manhã. Se é pra ser vazio, que assim seja de verdade. Que não me iluda, que não me faça de trouxa. Vai. Você não vai dirigir meu carro e eu não vou querer que coloque sua mão na minha coxa enquanto isso, muito menos farei carinho na sua nuca.
Não quero pensar em você, entendeu? Então, vai. Não vou te apresentar minhas amigas e nem vamos fazer programas dominicais onde incluiremos os meus e os teus, que com o tempo se tornarão nossos... Vai porque não estou pedindo companhia, não estou pedindo amizade, sorrisos, muito menos amor. Vai porque o que nossos olhares combinaram foi apenas olhares, silêncio interrompido por meia dúzia de sacanagens ditas ao pé do ouvido e só.
Não quero querer cuidar de você quando estiver doente ou mesmo quando não estiver e também não quero que, pra uma vez ou outra ter quem te receba de braços abertos e boca fechada, cuide de mim. Nada de fotos abraçados. Aliás, nada de fotos de jeito nenhum. Não seremos amigos. Não quero saber que música você tá ouvindo, o que tá fazendo, o que tá pensando, o quem tá te curtindo.
Vai porque, aqui, é isso e só.
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