Você pode gostar muito ou pouco, seja do quê ou de quem for, a verdade é apenas uma: Se você não diz, ela jamais saberá.
Ela jamais saberá que você gosta de uma foto, que reparou que ela está com olheiras, que emagreceu. Muito menos que você tem foto dela no seu computador; ela não o invade e vê seus arquivos – a telepatia dela é igual à paciência, não funciona. Se você não diz parece que não reparou e se não reparou não é importante e se não é importante, é indiferente.
Mulher é esse bicho com quem que se você não agüenta se relacionar não adianta mudar de bicho, é coisa da espécie. É melhor namorar uma planta. Sugiro dar um Google antes e pesquisar um tipo que não precise de muitos cuidados; tem planta mais fresca que eu, por exemplo!
Por mais independente que se possa ser, consideração, elogio, admiração, respeito e coisas bonitas desse tipo são sempre bem vindas a todas da espécie. Não é uma questão de carência sentimental, embora existam mudanças de níveis claros em vários tipos da nossa espécie. Algumas vivem em função de um elogio, um reconhecimento, outras não, mas é inegável que em todos os casos quando vindos, fazem um verdadeiro rebuliço interno capaz de gerar reações positivas que desencadeiam uma série de outras.
Vai por mim... Demonstrar reconhecer e admirar o outro constrói base para quantos andares você quiser subir. Óbvio que tem dia que não dá vontade de elogiar nem o carro 0KM ou a mulher do vizinho (as coisas do vizinho são sempre “melhores”) e viver tendo que provar que você gosta ou que você está vendo o esforço e o valorizando e etc e tal é um verdadeiro porre da bebida mais cabulosa que houver e que eu não tiver bebido ainda, muitas vezes tudo o que se quer é apenas saber, seja do quê e por quê for e sim- e infelizmente – timtim por timtim.
Certa vez li que “O ser humano tem mania de economizar em palavras que tinham que ser ditas – tagarelas que somos, discursamos demais sobre o trivial e nos esquecemos de valorizar os detalhes lindos daquele ser do nosso lado” (site casalsemvergonha) e acho que faz muito sentido. Deixar passar despercebido, esquecer, não reparar ou, talvez pior ainda, criticar é muito fácil. Vai no ímpeto. Muitas vezes justificável, na hora do atraso pro jantar, na correria para não se atrasarem para o trabalho, ou depois de uma briga.
Ela jamais saberá que você gosta de uma foto, que reparou que ela está com olheiras, que emagreceu. Muito menos que você tem foto dela no seu computador; ela não o invade e vê seus arquivos – a telepatia dela é igual à paciência, não funciona. Se você não diz parece que não reparou e se não reparou não é importante e se não é importante, é indiferente.
Mulher é esse bicho com quem que se você não agüenta se relacionar não adianta mudar de bicho, é coisa da espécie. É melhor namorar uma planta. Sugiro dar um Google antes e pesquisar um tipo que não precise de muitos cuidados; tem planta mais fresca que eu, por exemplo!
Por mais independente que se possa ser, consideração, elogio, admiração, respeito e coisas bonitas desse tipo são sempre bem vindas a todas da espécie. Não é uma questão de carência sentimental, embora existam mudanças de níveis claros em vários tipos da nossa espécie. Algumas vivem em função de um elogio, um reconhecimento, outras não, mas é inegável que em todos os casos quando vindos, fazem um verdadeiro rebuliço interno capaz de gerar reações positivas que desencadeiam uma série de outras.
Vai por mim... Demonstrar reconhecer e admirar o outro constrói base para quantos andares você quiser subir. Óbvio que tem dia que não dá vontade de elogiar nem o carro 0KM ou a mulher do vizinho (as coisas do vizinho são sempre “melhores”) e viver tendo que provar que você gosta ou que você está vendo o esforço e o valorizando e etc e tal é um verdadeiro porre da bebida mais cabulosa que houver e que eu não tiver bebido ainda, muitas vezes tudo o que se quer é apenas saber, seja do quê e por quê for e sim- e infelizmente – timtim por timtim.
Certa vez li que “O ser humano tem mania de economizar em palavras que tinham que ser ditas – tagarelas que somos, discursamos demais sobre o trivial e nos esquecemos de valorizar os detalhes lindos daquele ser do nosso lado” (site casalsemvergonha) e acho que faz muito sentido. Deixar passar despercebido, esquecer, não reparar ou, talvez pior ainda, criticar é muito fácil. Vai no ímpeto. Muitas vezes justificável, na hora do atraso pro jantar, na correria para não se atrasarem para o trabalho, ou depois de uma briga.
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