Não me canso de tentar achar maneiras, e existem várias, de romantizar todo o romance que nos falta em alguns momentos e nos sobra em outros. Nos falta quando para você tudo isso é muito cômodo e eu assim permito. Quando te escrevo verdades e você deixa por isso mesmo sem explodir, ou mesmo reagir; parece o monge que eu queria ser. Digo parece. Parece não sentir nada de tudo o que eu sinto.
Minutos te xingo em silêncio, por dentro de mim, sozinha, porque horas te amo. E se isso parece contraditório o que dizer então do que é isso mesmo que você sente por mim, afinal?!? Eu, “pessoa especial” que você não quer que suma da sua vida, fico aqui me perguntando se isso denomina algum tipo de status de relacionamento que eu desconheço porque apesar de parecer moderninha, também sou careta demais.
Você não me engana. Você nunca foi apenas meu. Talvez seja a hora de eu não querer ser só sua também. Mesmo achando que é gente demais. E vai que passemos de uns beijos aqui e acolá, um sexo casual com gosto de fast food em drive thru, saio do teu pé, da tua nuca, da sua vida.
Será que você se encaixa nela desse jeito como em mim que é tão difícil de explicar e tão gostoso de sentir? Porque quando a gente se abraça todas nossas diferenças parecem cair por terra, e parecemos tão feitos um para o outro... tão bonitinhos.
Talvez o cara do fast food, aquele do drive thru, também saiba ficar, sem reclamar, com o braço formigando esmagado pela minha cabeça quando eu deitar no ombro dele torcendo pra sentir a mesma paz que sinto quando em você, quando com você; apesar de todos os tormentos.
E aí eu me pergunto se tem sensação mais gostosa do que a de quando você me puxa pelo quadril, de encontro ao seu e se não fosse você passar um braço por debaixo do meu pescoço e com o outro me abraçar colocando as mãos nos meus peitos; Seria só muito erótico, mas, além disso, é deliciosamente confortável sentir seu corpo todo colado ao meu.
Mas eu tenho esperança que o cara do drive thru vai despertar alguma novidade em mim e tomara que seja alguma dessas que você me despertou como a tolerância de se dormir abraçado, mesmo que eu nunca consiga (acho que nenhum ser humano normal) por uma noite inteira. Será que dele eu vou querer o peso do corpo sobre o meu quando o sexo acabar como sempre quero o seu? Como querendo que de alguma forma que ter seu corpo sobre o meu e sua cabeça deitada no meu colo significasse o quanto você está ali, entregue. Livre. Solto. Todo. Meu.
Será que quando ela dá bobeira, você logo trança seus pés nos dela? E encaixa seu rosto na nuca dela e suspira fazendo com que ela se sinta a mulher mais feliz do mundo só por te ter ali com ela? E ela, pobre moça, sei o que ela passa. Descrevo. Quando você suspira tudo que se consegue fazer é fechar os olhos, sorrir e sentir o corpo todo ficar na temperatura ideal para não se sentir frio nem calor. Sua respiração serve como um calmante e sentir seu corpo a certeza que naquele momento não temos uma a outra como rivais, somos só “você e eu e mais ninguém”.
Eu tento não dormir para aproveitar cada minuto de ter você comigo. Aí nessa hora eu talvez esqueça o medo de beijos que provoquem urgência do sexo, com o carinha do fast food, como que sinto com você; Por que nessa hora quando me sinto tão preenchida por ter o aconchego do seu corpo e seu calor me esquentando, eu não preciso de mais nada. E eu peço a Deus que o cara do sexo casual com gosto de fast food em drive thru apesar de ser só isso me ganhe mesmo com o tempo por me mostrar que colo qualquer uma pode dar, mas confortável e na temperatura certa, como o meu só eu.
Por que talvez o que te falte, como te sobram opções, seja perceber que no meio de tanta gente doida mundo afora a gente só pode contar nos dedos de uma das mãos em quem confia de verdade. Em quem a gente olha nos olhos e deixa ver nossa alma. Em quem a gente deita no colo e solta o peso do corpo de verdade. Em quem a gente apóia a cabeça no ombro. Em quem a gente olha nos olhos e conta verdades que doam, mas que precisam ser faladas. Sem surtos. Sem medos. Que queira que a gente divida problemas e medos. Conversar ou ficar calado. Do lado.
O conforto dessa segurança é coisa rara que às vezes por uma aventura qualquer se torna incerta.
Minutos te xingo em silêncio, por dentro de mim, sozinha, porque horas te amo. E se isso parece contraditório o que dizer então do que é isso mesmo que você sente por mim, afinal?!? Eu, “pessoa especial” que você não quer que suma da sua vida, fico aqui me perguntando se isso denomina algum tipo de status de relacionamento que eu desconheço porque apesar de parecer moderninha, também sou careta demais.
Você não me engana. Você nunca foi apenas meu. Talvez seja a hora de eu não querer ser só sua também. Mesmo achando que é gente demais. E vai que passemos de uns beijos aqui e acolá, um sexo casual com gosto de fast food em drive thru, saio do teu pé, da tua nuca, da sua vida.
Será que você se encaixa nela desse jeito como em mim que é tão difícil de explicar e tão gostoso de sentir? Porque quando a gente se abraça todas nossas diferenças parecem cair por terra, e parecemos tão feitos um para o outro... tão bonitinhos.
Talvez o cara do fast food, aquele do drive thru, também saiba ficar, sem reclamar, com o braço formigando esmagado pela minha cabeça quando eu deitar no ombro dele torcendo pra sentir a mesma paz que sinto quando em você, quando com você; apesar de todos os tormentos.
E aí eu me pergunto se tem sensação mais gostosa do que a de quando você me puxa pelo quadril, de encontro ao seu e se não fosse você passar um braço por debaixo do meu pescoço e com o outro me abraçar colocando as mãos nos meus peitos; Seria só muito erótico, mas, além disso, é deliciosamente confortável sentir seu corpo todo colado ao meu.
Mas eu tenho esperança que o cara do drive thru vai despertar alguma novidade em mim e tomara que seja alguma dessas que você me despertou como a tolerância de se dormir abraçado, mesmo que eu nunca consiga (acho que nenhum ser humano normal) por uma noite inteira. Será que dele eu vou querer o peso do corpo sobre o meu quando o sexo acabar como sempre quero o seu? Como querendo que de alguma forma que ter seu corpo sobre o meu e sua cabeça deitada no meu colo significasse o quanto você está ali, entregue. Livre. Solto. Todo. Meu.
Será que quando ela dá bobeira, você logo trança seus pés nos dela? E encaixa seu rosto na nuca dela e suspira fazendo com que ela se sinta a mulher mais feliz do mundo só por te ter ali com ela? E ela, pobre moça, sei o que ela passa. Descrevo. Quando você suspira tudo que se consegue fazer é fechar os olhos, sorrir e sentir o corpo todo ficar na temperatura ideal para não se sentir frio nem calor. Sua respiração serve como um calmante e sentir seu corpo a certeza que naquele momento não temos uma a outra como rivais, somos só “você e eu e mais ninguém”.
Eu tento não dormir para aproveitar cada minuto de ter você comigo. Aí nessa hora eu talvez esqueça o medo de beijos que provoquem urgência do sexo, com o carinha do fast food, como que sinto com você; Por que nessa hora quando me sinto tão preenchida por ter o aconchego do seu corpo e seu calor me esquentando, eu não preciso de mais nada. E eu peço a Deus que o cara do sexo casual com gosto de fast food em drive thru apesar de ser só isso me ganhe mesmo com o tempo por me mostrar que colo qualquer uma pode dar, mas confortável e na temperatura certa, como o meu só eu.
Por que talvez o que te falte, como te sobram opções, seja perceber que no meio de tanta gente doida mundo afora a gente só pode contar nos dedos de uma das mãos em quem confia de verdade. Em quem a gente olha nos olhos e deixa ver nossa alma. Em quem a gente deita no colo e solta o peso do corpo de verdade. Em quem a gente apóia a cabeça no ombro. Em quem a gente olha nos olhos e conta verdades que doam, mas que precisam ser faladas. Sem surtos. Sem medos. Que queira que a gente divida problemas e medos. Conversar ou ficar calado. Do lado.
O conforto dessa segurança é coisa rara que às vezes por uma aventura qualquer se torna incerta.
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