O que é esse meu silêncio? O que é essa minha ausência? Raiva? Pirraça? Joguinho?
Minha presença ausente, congelada e automática não era raiva não. Não era pirraça também não. Não era joguinho, muito menos.
Meu silêncio era carinho, muito carinho decepcionado. Vontade de abraçar forte jogada fora. Era saudade oprimida. Minha indiferença é só vontade de nunca ter te conhecido e permitido que você mudasse tudo a ponto de agora qualquer coisa de você fazer toda diferença. Esse meu ar blasé que eu tento dar ao meu olhar ao te ver ou às minhas palavras ao te escrever é para que você não veja meu interesse alucinado em saber se um um dia existiu alguma verdade em nós.
Mas, quer saber? Me poupei de fazer perguntas que respostas não fazem mais a menor diferença. Vamos pular o drama e eu aceito o fim sujo, sem querer saber como, quando e por quê, você começou a ficar imundo e sem querer descobrir se um dia foi limpo.
Façamos assim, fico com as dúvidas que você deixou em mim mas você faça o favor de contentar-se com o silêncio que você mesmo colocou em nós.
Minha presença ausente, congelada e automática não era raiva não. Não era pirraça também não. Não era joguinho, muito menos.
Meu silêncio era carinho, muito carinho decepcionado. Vontade de abraçar forte jogada fora. Era saudade oprimida. Minha indiferença é só vontade de nunca ter te conhecido e permitido que você mudasse tudo a ponto de agora qualquer coisa de você fazer toda diferença. Esse meu ar blasé que eu tento dar ao meu olhar ao te ver ou às minhas palavras ao te escrever é para que você não veja meu interesse alucinado em saber se um um dia existiu alguma verdade em nós.
Mas, quer saber? Me poupei de fazer perguntas que respostas não fazem mais a menor diferença. Vamos pular o drama e eu aceito o fim sujo, sem querer saber como, quando e por quê, você começou a ficar imundo e sem querer descobrir se um dia foi limpo.
Façamos assim, fico com as dúvidas que você deixou em mim mas você faça o favor de contentar-se com o silêncio que você mesmo colocou em nós.
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