Acho que não importa a leitura. O que importa são os atos. Não importa o que somos e sim quem. Não importa se leio Clarice, Tati e Caio. Se não leio nada. O que importa é o que vivo, faço e sinto. Acredito que mais do que mulheres, homens e seres vivos somos humanos. A ideia é essa não é? Ser humano com outro humano, certo?
Entender que um ser tem seu lado yin e yang. É feito de todos os elementos. O bem e o mau estão presentes. Ninguém é romance o tempo todo. E ninguém deveria ser putaria em tempo integral também. Eu não falo bonito, não escrevo certo. Falo palavrão adoidado, não sou exemplo de muita coisa mas tento ser um ser humano apesar dos meus defeitos, isso, quem me conhece não pode negar. Durmo tranquila todas as noites - quando a insônia deixa.
Tenho contradições eternas comigo e com os outros. Essa sou eu. O que não quer dizer que eu faça tudo certo o tempo todo. Pelo contrário. Afinal, sou apenas só mais um ser humano.
Esse texto é sobre isso mesmo, sobre essa coisa que o ser humano tem de pensar que o outro tem que ser apenas um. Ninguém é apenas um. Ninguém é 24 horas por dia bonito, certo, sincero, bom. Nem ao contrário.
Eu posso mergulhar num sofrimento intenso num dia por horas e horas depois estar com amigos, num bar, conversando por mil motivos mas principalmente por dois, por mim e por eles. A gente vive o sentimento que a gente alimenta. Seja ele qual for.
Até porque, então, só o sofrimento tem que ser intenso? Porque a felicidade não pode ser intensa também? Quem chora não pode sorrir mais? Quem sofre não pode tentar seguir em frente?Desconheço essa regra.
Acho que todo mundo pode ser o que quiser, quando quiser. Tem dia que sou um pouco Tati Bernardi, tem dia que sou um pouco Clarice Lispector, tem dias até que sou um pouco Catra, mas todos os dias eu sou Aline Assafin.
E se você quer pensar que meu sentimento é falso por causa disso, pense, meu bem; minha maior verdade é ser o que eu sou e saber o que eu sei que sou e faço e ponto final.
Entender que um ser tem seu lado yin e yang. É feito de todos os elementos. O bem e o mau estão presentes. Ninguém é romance o tempo todo. E ninguém deveria ser putaria em tempo integral também. Eu não falo bonito, não escrevo certo. Falo palavrão adoidado, não sou exemplo de muita coisa mas tento ser um ser humano apesar dos meus defeitos, isso, quem me conhece não pode negar. Durmo tranquila todas as noites - quando a insônia deixa.
Tenho contradições eternas comigo e com os outros. Essa sou eu. O que não quer dizer que eu faça tudo certo o tempo todo. Pelo contrário. Afinal, sou apenas só mais um ser humano.
Esse texto é sobre isso mesmo, sobre essa coisa que o ser humano tem de pensar que o outro tem que ser apenas um. Ninguém é apenas um. Ninguém é 24 horas por dia bonito, certo, sincero, bom. Nem ao contrário.
Eu posso mergulhar num sofrimento intenso num dia por horas e horas depois estar com amigos, num bar, conversando por mil motivos mas principalmente por dois, por mim e por eles. A gente vive o sentimento que a gente alimenta. Seja ele qual for.
Até porque, então, só o sofrimento tem que ser intenso? Porque a felicidade não pode ser intensa também? Quem chora não pode sorrir mais? Quem sofre não pode tentar seguir em frente?Desconheço essa regra.
Acho que todo mundo pode ser o que quiser, quando quiser. Tem dia que sou um pouco Tati Bernardi, tem dia que sou um pouco Clarice Lispector, tem dias até que sou um pouco Catra, mas todos os dias eu sou Aline Assafin.
E se você quer pensar que meu sentimento é falso por causa disso, pense, meu bem; minha maior verdade é ser o que eu sou e saber o que eu sei que sou e faço e ponto final.
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