Então tá...
De um lado a mesma ladainha de sempre, o amor. Doutro, o passado que volta. E, pai do céu, de outro uma novidadezinha que chega como quem nada quer. "Ai meus sais", ela pensa; afinal mulher é assim, não adianta! A gente cisma de querer o passado, presente e futuro num mesmo ser e quando sai disso as mina pira!
O amor não anda bem, ela esquece que quer ser mulher e vira amiga. O passado não desperta tesão algum, dele ela é lhufas que ele quer que queira ser mulher de novo. Da novidade é novidade, nada que desperta, nada que preenche, nada. É vazio demais para se tornar algo.
E ai ela para e pensa nas trocentas personagens que é na vida de cada um deles, nas trocentas personagens que cada um deles têm em suas vidas.
Quem é quem, afinal? Quem é ela, por sinal?
De um lado a mesma ladainha de sempre, o amor. Doutro, o passado que volta. E, pai do céu, de outro uma novidadezinha que chega como quem nada quer. "Ai meus sais", ela pensa; afinal mulher é assim, não adianta! A gente cisma de querer o passado, presente e futuro num mesmo ser e quando sai disso as mina pira!
O amor não anda bem, ela esquece que quer ser mulher e vira amiga. O passado não desperta tesão algum, dele ela é lhufas que ele quer que queira ser mulher de novo. Da novidade é novidade, nada que desperta, nada que preenche, nada. É vazio demais para se tornar algo.
E ai ela para e pensa nas trocentas personagens que é na vida de cada um deles, nas trocentas personagens que cada um deles têm em suas vidas.
Quem é quem, afinal? Quem é ela, por sinal?
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