Quem sabe um dia, quando eu menos esperar eu não precise mais evitar nosso encontro. Quando menos eu esperar, você vai estar na minha frente. Talvez continue com seu sorriso safado e lindo, talvez esteja banguela... Talvez sua altura ainda me impressione, talvez passe tanto tempo que esteja começando a encolher na velhice. Talvez meu coração não vá estar na boca, meus olhos não vão brilhar, nem meu sorriso denunciando minha idiotice por estar feliz; talvez, eu nem fique.
Quem sabe nesse dia eu não vá ter medo de ainda te amar. Talvez você passe por mim e nem me reconheça. Deus queira que seja eu a não te reconhecer. Talvez meu corpo não arda de desejo pelo seu e num piscar de olhos eu esteja desejando suas mãos na minha nuca, sua boca na minha e por aí vai. Deus queira que você me deseje um pouco, ou muito, como nunca, mais do que nunca. Que você se odeie por uma fração de segundo com a mesma intensidade que te amei um dia para se dar conta do que senti. Do que sofri. Do que poderíamos ter sido e ser.
Me pergunto como seremos, o que sentiremos um dia ao ouvirmos nossas vozes, ao ver nossos olhares se cruzarem de novo. Coisas que um dia nos trouxeram tanta paz. Quantas vezes ouvi sua voz e senti o mundo parar de girar. Quantas vezes olhei nos seus olhos e senti a paz. É triste saber que um dia, talvez, nada disso exista mais. O fim do meu amor é ainda mais triste que o fim que você nos deu.
Mas, ainda assim, sem negar a tristeza, se assim tiver que ser, que seja, pois não há nada mais alegre que o alívio do fim de uma tristeza por alimentar uma esperança que talvez eu nunca devesse ter tido.
Quem sabe nesse dia eu não vá ter medo de ainda te amar. Talvez você passe por mim e nem me reconheça. Deus queira que seja eu a não te reconhecer. Talvez meu corpo não arda de desejo pelo seu e num piscar de olhos eu esteja desejando suas mãos na minha nuca, sua boca na minha e por aí vai. Deus queira que você me deseje um pouco, ou muito, como nunca, mais do que nunca. Que você se odeie por uma fração de segundo com a mesma intensidade que te amei um dia para se dar conta do que senti. Do que sofri. Do que poderíamos ter sido e ser.
Me pergunto como seremos, o que sentiremos um dia ao ouvirmos nossas vozes, ao ver nossos olhares se cruzarem de novo. Coisas que um dia nos trouxeram tanta paz. Quantas vezes ouvi sua voz e senti o mundo parar de girar. Quantas vezes olhei nos seus olhos e senti a paz. É triste saber que um dia, talvez, nada disso exista mais. O fim do meu amor é ainda mais triste que o fim que você nos deu.
Mas, ainda assim, sem negar a tristeza, se assim tiver que ser, que seja, pois não há nada mais alegre que o alívio do fim de uma tristeza por alimentar uma esperança que talvez eu nunca devesse ter tido.
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