Eu me declarei milhares de vezes. Quando eu ri daquela sua piada idiota que não teve a menor graça, quando mesmo cansada estava ao seu lado. Quando mesmo querendo ficar quieta encontrava em você motivo para me mexer.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando calei meus gritos, engoli meus choros e guardei minhas dores. Quando sabendo de todas as besteiras, ou a maioria delas, pensei mais em mim do que em você. Quando mesmo querendo te matar, te mantive vivo.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando via nos seus olhos coisas que sua boca nunca me disse e deixava pra lá porque acreditava que você precisava, de alguma forma, de mim e eu não poderia te abandonar assim. Quando mesmo o mundo desabando na minha cabeça meu primeiro e último pensamento era como você estava se sentindo. Quando descobria as mentiras e se isso te fazia feliz, bom para você.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando eu deixei os outros um pouquinho de lado pra dar toda a atenção pra você. Quando eu ouvi as músicas que você me mandou, mesmo elas não sendo do meu gosto. Quando eu tratava todo mundo mal, mas era super gentil com você.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando quando queria um abraço, um sorriso, eu te dei. Quando eu te defendi do mundo mesmo você estando completamente errado. Quando deixei de lado meu orgulho e minha vaidade. Quando deixei que você me visse, verdadeiramente, (ou quase assim), como sou.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando eu aguentei, esperei, suportei e superei. Quando mesmo querendo estar na sua cama, aceitei estar simplesmente ao seu lado. E quando eu tudo o que eu mais queria era que você fosse você comigo.
A última declaração que eu faço é essa; declaro meu respeito às suas escolhas que não me incluem na sua vida em hora alguma, como personagem algum, por motivo, sensação, emoção ou sentimento algum e nenhum; e é por isso que saio de cena.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando calei meus gritos, engoli meus choros e guardei minhas dores. Quando sabendo de todas as besteiras, ou a maioria delas, pensei mais em mim do que em você. Quando mesmo querendo te matar, te mantive vivo.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando via nos seus olhos coisas que sua boca nunca me disse e deixava pra lá porque acreditava que você precisava, de alguma forma, de mim e eu não poderia te abandonar assim. Quando mesmo o mundo desabando na minha cabeça meu primeiro e último pensamento era como você estava se sentindo. Quando descobria as mentiras e se isso te fazia feliz, bom para você.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando eu deixei os outros um pouquinho de lado pra dar toda a atenção pra você. Quando eu ouvi as músicas que você me mandou, mesmo elas não sendo do meu gosto. Quando eu tratava todo mundo mal, mas era super gentil com você.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando quando queria um abraço, um sorriso, eu te dei. Quando eu te defendi do mundo mesmo você estando completamente errado. Quando deixei de lado meu orgulho e minha vaidade. Quando deixei que você me visse, verdadeiramente, (ou quase assim), como sou.
Eu me declarei milhares de vezes. Quando eu aguentei, esperei, suportei e superei. Quando mesmo querendo estar na sua cama, aceitei estar simplesmente ao seu lado. E quando eu tudo o que eu mais queria era que você fosse você comigo.
A última declaração que eu faço é essa; declaro meu respeito às suas escolhas que não me incluem na sua vida em hora alguma, como personagem algum, por motivo, sensação, emoção ou sentimento algum e nenhum; e é por isso que saio de cena.
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