Às vezes a gente tem q se afastar... não por querer... mas por ter.
Não por motivos pelos os quais todos sugerem o afastamento (ou já teriam se afastado). A gente se afasta quando chega no nosso limite, e limite cada um tem o seu. Triste é
Não por motivos pelos os quais todos sugerem o afastamento (ou já teriam se afastado). A gente se afasta quando chega no nosso limite, e limite cada um tem o seu. Triste é
saber
que eu poderia ir mais longe. Poderia ir mais longe se não fosse pela
gota d'àgua, pela única coisa que não poderia acontecer... ou, pela
última que faltava acontecer.
Amor? Daquele tipo carnal? Aaah! Antes fosse! Com esse ele poderia brincar o quanto fosse. A gente se afasta mesmo é quando se permite dar o nosso amor mais puro, nossa amizade, para alguém e vê que o outro pouco se importa. Amor carnal jogado fora dá raiva mas amizade desperdiçada fere.
Mas não tem nada não. Façamos nosso silêncio que grita nossa mágoa, deixemos o relógio da vida marcar o tempo que for preciso para que as pessoas se deem conta que precisam tomar atitudes. Talvez nesse meio tempo a gente dê a sorte grande de encontrar alguém no meio do caminho, ou quem sabe, nossa sorte maior ainda seja nada se perder e no final a gente se encontrar.
Fato é que dói... mas passa!
Amor? Daquele tipo carnal? Aaah! Antes fosse! Com esse ele poderia brincar o quanto fosse. A gente se afasta mesmo é quando se permite dar o nosso amor mais puro, nossa amizade, para alguém e vê que o outro pouco se importa. Amor carnal jogado fora dá raiva mas amizade desperdiçada fere.
Mas não tem nada não. Façamos nosso silêncio que grita nossa mágoa, deixemos o relógio da vida marcar o tempo que for preciso para que as pessoas se deem conta que precisam tomar atitudes. Talvez nesse meio tempo a gente dê a sorte grande de encontrar alguém no meio do caminho, ou quem sabe, nossa sorte maior ainda seja nada se perder e no final a gente se encontrar.
Fato é que dói... mas passa!
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