Vejo muitas pessoas terminando relações e seguirem a vida fazendo mil perguntas a respeito das relações anteriores. Parece um ciclo sem fim. Não sei até onde isso é saudável ou não, mas é o que acontece.
Andei pensando na minha última relação (ó, que novidade!), vê-lo feliz com a pessoa com quem está atualmente me faz bem, não me fere. Acho isso estranho, muito estranho vindo de mim. Ou pouco me importo ou fico pu-ta-ça. Dia desses lá estava o novo casal, ele lindo, um sorriso de quem está em paz, leve, abraçadinho. Se eu fosse amiga de facebook, diria que curti. Aí tomei um porre e sei lá se curti mesmo.
Pois bem. Me vem uma música na cabeça, aquela que numa parte canta "Meu riso é tão feliz contigo"... Me perguntei por quê, cargas d'àgua o riso dele não era tão feliz comigo. Uma amiga revirou meu computador e achou uma foto que ele estava com o mesmo sorriso encantador - e ao meu lado. Fiquei, por um tempo, aliviada. De uma certa forma, acho que não fui de todo ruim.
Tá mais que claro, mais que óbvio, quem faz mais mal a alguém nessa história e mesmo assim eu me atormentei com as mesmas questões dos casais ou pessoas do início desse texto.
A dúvida é: será que a relação atual é tão boa por mérito da pessoa ou sua relação passada foi tão ruim por culpa tua?
Pois é! Duro pensar nisso, né? Duro pensar que o outro poderia ter sido mais risonho, mais leve, mais o que você esperava e quis, mais seguro, mais o que o atual é, se você tivesse dado o que hoje dá.
Me pergunto, em silêncio: Será que haveriam tantas desconfianças, se estivessemos sempre juntos? Será que eu teria tido tanto ciúme se as aluninhas-amiguinhas piriguetes tivessem me respeitado (ou vc imposto esse respeito)?
Mas não tem nada não... mais uma taça de vinho, um SMS pra um P.A novo e do mesmo jeito que você fez de mim só mais uma, um passado; você vai passar e quem sabe, eu te confunda com outros e outras histórias.
Por ALINE AZ.
* Quer copiar, copia; mas vê se não rouba!
Andei pensando na minha última relação (ó, que novidade!), vê-lo feliz com a pessoa com quem está atualmente me faz bem, não me fere. Acho isso estranho, muito estranho vindo de mim. Ou pouco me importo ou fico pu-ta-ça. Dia desses lá estava o novo casal, ele lindo, um sorriso de quem está em paz, leve, abraçadinho. Se eu fosse amiga de facebook, diria que curti. Aí tomei um porre e sei lá se curti mesmo.
Pois bem. Me vem uma música na cabeça, aquela que numa parte canta "Meu riso é tão feliz contigo"... Me perguntei por quê, cargas d'àgua o riso dele não era tão feliz comigo. Uma amiga revirou meu computador e achou uma foto que ele estava com o mesmo sorriso encantador - e ao meu lado. Fiquei, por um tempo, aliviada. De uma certa forma, acho que não fui de todo ruim.
Tá mais que claro, mais que óbvio, quem faz mais mal a alguém nessa história e mesmo assim eu me atormentei com as mesmas questões dos casais ou pessoas do início desse texto.
A dúvida é: será que a relação atual é tão boa por mérito da pessoa ou sua relação passada foi tão ruim por culpa tua?
Pois é! Duro pensar nisso, né? Duro pensar que o outro poderia ter sido mais risonho, mais leve, mais o que você esperava e quis, mais seguro, mais o que o atual é, se você tivesse dado o que hoje dá.
Me pergunto, em silêncio: Será que haveriam tantas desconfianças, se estivessemos sempre juntos? Será que eu teria tido tanto ciúme se as aluninhas-amiguinhas piriguetes tivessem me respeitado (ou vc imposto esse respeito)?
Mas não tem nada não... mais uma taça de vinho, um SMS pra um P.A novo e do mesmo jeito que você fez de mim só mais uma, um passado; você vai passar e quem sabe, eu te confunda com outros e outras histórias.
Por ALINE AZ.
* Quer copiar, copia; mas vê se não rouba!
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