Vou devagar… Pensar duas, três, quatro, quantas vezes forem necessárias pra não fazer (mais) bobagem.
Cuidar do meu coração, cuidado com quem nele deixo entrar. Voltar a esperar o tempo passar e acreditar menos… As pessoas não são tão legais quanto aparentam ser. Quem acredita menos, sofre na mesma proporção. Até quando achar que é verdade, vou desconfiar um pouquinho.
Faz bem não se entregar totalmente logo de cara. Me arriscar mais, por mim e menos, bem menos, nada, por você. Vou arrumar coragem para dizer tudo que tenho aqui guardado.
Ser forte para conseguir me manter calada perante alguns. Mudar de rumo. Quando me mandarem ir por lá, vou pelo outro caminho. Não é revolta, não. Nada disso. É aprendizado. É fazer valer as experiências que me foram impostas, fazer valer minha época cobaia.
Vou apenas pelo caminho do meu coração. E se eu não aguentar mais fingir… Vou chorar, SIM!. Depois que eu acabar de chorar, vou sentir-me mais leve. E então vou levantar a cabeça, lavar o rosto, pôr uma roupa bonita no corpo, um sorriso escandalosamente lindo no rosto e dizer que chega, que eu vou é ser feliz e foda-se tudo!
Meu conselho depois de umas e outras? É assim mesmo. E vai funcionar! Não diga “nunca”, nunca. Irônico, não? Mas não diga. Porque essa vida é incrivelmente engraçada.
Mais uma coisa. Você não pode ter medo que as pessoas te machuquem, viu. Porque as pessoas vão te machucar de vez em quando, até mesmo aqueles que você mais confia e admira. Talvez não façam nem por mal, mas somente porque são humanos.
A verdade é que todos nós cometemos erros ridículos com pessoas maravilhosas. Cometeram comigo e eu se ainda não cometi, cometerei também! Faz parte. Não esquece que cada um é cada um. Somos diferentes. Graças a Deus, que somos, inclusive. E sim, admito, vou rir por dentro quando ver gente que me quis e me tratou mal se fudendo, tendo que engolir gente pior que eu, tendo que admitir que erraram. Se eu tenho que entender as pessoas pois são humanos, ora, eu também sou!
No final de tudo, o esquema é viver um dia por vez, sem pressa e sem querer ser mais rápida que o tempo. Parar de pensar no passado, viver o presente e esquecer o futuro. E por favor, sejamos felizes o mais rápido possível, porque ainda temos muito por e pouco tempo para viver.
Texto escrito por mim, em momento inspirada por e em Caio Fernando de Abreu.
Comentários
Postar um comentário