Às vezes é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir, é preciso sentir saudades para saber o quanto gostamos de alguém.
E sentir saudade é a coisa mais bizarra que eu já senti... Aliás, a mais bizarra é a vontade de comer quando começo fazer dieta! Mas a saudade é meio que a dieta que a gente tá fazendo de alguém. A gente quer, mas não pode!
Quando não fazemos tudo descobrimos que mesmo o nada tem um certo valor. Aprendemos que no fundo nem sempre tudo é só uma questão de sentir. É também de ser, de ser pra ser.
Essa coisa de quem não procura, não sente falta se torna relativa quando você sente falta mas não procura por mil motivos, aí, talvez, mesmo que você queira ser procurado... você prefira não fazer falta.
É, a vida é meio louca. Meio estranha. Meio bizarra. É tudo tão simples e tudo tão complicado.
Nem sempre dá pra dar uma de Poliana e de Caetano, mas é impossível não, volta e meia, se pegar fazendo rimas, poemas e poesias. Talvez viver seja lindo por isso. Pois mesmo meio tortos, meio loucos a gente chora e a gente ri.
A vida é um(a) antes, um(a) durante e um(a) depois. Do que? Sei lá.
Da chegada. De um amor, de um sorriso, de um abraço. De um tapa, de uma lágrima. Do adeus. Da vida. Da morte.
E sentir saudade é a coisa mais bizarra que eu já senti... Aliás, a mais bizarra é a vontade de comer quando começo fazer dieta! Mas a saudade é meio que a dieta que a gente tá fazendo de alguém. A gente quer, mas não pode!
Quando não fazemos tudo descobrimos que mesmo o nada tem um certo valor. Aprendemos que no fundo nem sempre tudo é só uma questão de sentir. É também de ser, de ser pra ser.
Essa coisa de quem não procura, não sente falta se torna relativa quando você sente falta mas não procura por mil motivos, aí, talvez, mesmo que você queira ser procurado... você prefira não fazer falta.
É, a vida é meio louca. Meio estranha. Meio bizarra. É tudo tão simples e tudo tão complicado.
Nem sempre dá pra dar uma de Poliana e de Caetano, mas é impossível não, volta e meia, se pegar fazendo rimas, poemas e poesias. Talvez viver seja lindo por isso. Pois mesmo meio tortos, meio loucos a gente chora e a gente ri.
A vida é um(a) antes, um(a) durante e um(a) depois. Do que? Sei lá.
Da chegada. De um amor, de um sorriso, de um abraço. De um tapa, de uma lágrima. Do adeus. Da vida. Da morte.
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