Sete anos se passaram... Sete anos de saudades...
Não preciso fingir, tentar disfarçar, a vida seguiu. Mudei de estágio diversas vezes, conheci muitas pessoas, pensei em largar a faculdade, briguei e fiz as pazes com pai, briguei e fiz as pazes com mãe, terminei e comecei um e outro namoro.
Sete anos de dor que passa e só aumenta, de angústia, de decepção, de fé abalada e de gratidão. Sete anos de ora manhãs, às vezes tardes e muitas noites de choro. Sete anos de saudade.
Vivi coisas que ela não. Minha mãe viveu minha colação de grau, meu amadurecimento, a mãe dela, não. A minha vida seguiu, a dela não. Arrumei um emprego. Fui demitida pelo meu próprio pai. Quase casei, quase tive filho.
Sete anos de amor que não morreu. Sete anos de estranheza ao visitar seu quarto vazio. Sete anos de parecer que tá tudo bem e de repente, uma cena de novela, a fala de alguém, um acontecimento qualquer e tudo volta. Sete anos de saudades.
Me pergunto, sinto, choro. Lamento. Tantas coisas, tantas vezes. Coisas que vivi e não a contei, coisas que eu gostaria de vê-la vivendo e não vi. Pessoas que eu gostaria de ter a apresentado. Tantos planos, tanta vida e a morte.
Sete anos. Sete palmos de buraco no peito, de vazio. Sete vezes saudade. Sete anos sem a melhor das melhores.
Não preciso fingir, tentar disfarçar, a vida seguiu. Mudei de estágio diversas vezes, conheci muitas pessoas, pensei em largar a faculdade, briguei e fiz as pazes com pai, briguei e fiz as pazes com mãe, terminei e comecei um e outro namoro.
Sete anos de dor que passa e só aumenta, de angústia, de decepção, de fé abalada e de gratidão. Sete anos de ora manhãs, às vezes tardes e muitas noites de choro. Sete anos de saudade.
Vivi coisas que ela não. Minha mãe viveu minha colação de grau, meu amadurecimento, a mãe dela, não. A minha vida seguiu, a dela não. Arrumei um emprego. Fui demitida pelo meu próprio pai. Quase casei, quase tive filho.
Sete anos de amor que não morreu. Sete anos de estranheza ao visitar seu quarto vazio. Sete anos de parecer que tá tudo bem e de repente, uma cena de novela, a fala de alguém, um acontecimento qualquer e tudo volta. Sete anos de saudades.
Me pergunto, sinto, choro. Lamento. Tantas coisas, tantas vezes. Coisas que vivi e não a contei, coisas que eu gostaria de vê-la vivendo e não vi. Pessoas que eu gostaria de ter a apresentado. Tantos planos, tanta vida e a morte.
Sete anos. Sete palmos de buraco no peito, de vazio. Sete vezes saudade. Sete anos sem a melhor das melhores.
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