Minha vontade desenfreada de sumir, de andar sem rumo por aí não me assusta mais. Por momentos penso em pedir que você me acompanhe, por outros, meus amigos. Na maioria do tempo, tenho preferido a solidão.
Essa solidão física, real, que traduz o estado da minha alma. Do meu espírito que vaga por aí sem entender muito, ou nada dessa vida. Essa solidão que volta e meia me faz ver a vida sob um outro ângulo, quando eu me vejo viver minha vida. Viver? Ou seria sobreviver?
Minha vontade desenfreada de chamar você. De gritar seu nome. De te abraçar apertado, te beijar, dizer que mesmo que eu tenha vergonha de admitir e mesmo que eu tenha raiva de mim por isso, você é importante demais na minha vida pra eu te abandonar. Minha vontade de te olhar nos olhos e dizer que te amo, sacudir você com toda minha raiva e meu amor e dizer baixinho, enquanto a gente morre de rir um do outro, da cena tosca que seria, que você é um idiota e que eu te odeio!
Minha vontade é esquecer você. Apagar você da minha vida. Reconhecer a vida como ela era sem você, antes de você. Sem a necessidade de te cuidar e te querer. Começo todos os santos dias como quem planeja uma dieta. Termino todos os santos dias frustrada pela agonia da luta que é esquecer de amar você.
Minhas vontades são bipolares demais quando o assunto é você. Quero te ter sem te amar. Quero amar sem te ter. Não quero te amar, mas quero te ter. Não quero te ter, mas quero te amar. O que não importa, nem muda, é que não importa em qual pólo, em mim, sempre tem um pouco de você.
Essa solidão física, real, que traduz o estado da minha alma. Do meu espírito que vaga por aí sem entender muito, ou nada dessa vida. Essa solidão que volta e meia me faz ver a vida sob um outro ângulo, quando eu me vejo viver minha vida. Viver? Ou seria sobreviver?
Minha vontade desenfreada de chamar você. De gritar seu nome. De te abraçar apertado, te beijar, dizer que mesmo que eu tenha vergonha de admitir e mesmo que eu tenha raiva de mim por isso, você é importante demais na minha vida pra eu te abandonar. Minha vontade de te olhar nos olhos e dizer que te amo, sacudir você com toda minha raiva e meu amor e dizer baixinho, enquanto a gente morre de rir um do outro, da cena tosca que seria, que você é um idiota e que eu te odeio!
Minha vontade é esquecer você. Apagar você da minha vida. Reconhecer a vida como ela era sem você, antes de você. Sem a necessidade de te cuidar e te querer. Começo todos os santos dias como quem planeja uma dieta. Termino todos os santos dias frustrada pela agonia da luta que é esquecer de amar você.
Minhas vontades são bipolares demais quando o assunto é você. Quero te ter sem te amar. Quero amar sem te ter. Não quero te amar, mas quero te ter. Não quero te ter, mas quero te amar. O que não importa, nem muda, é que não importa em qual pólo, em mim, sempre tem um pouco de você.
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